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Coqueluche se espalha pelo país

E, devido à imaturidade do sistema imune, os bebês são os mais suscetíveis a suas complicações

Por Thiago Nepomuceno 24 ago 2016, 16h01 | Atualizado em 26 out 2016, 10h04
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Apesar de ter jeitão de doença das antigas, a coqueluche ainda preocupa — de 2010 a 2014, o número de infectados cresceu 13 vezes no Brasil. É verdade que a situação está um pouco mais controlada, mas não dá para bobear com uma doença que castiga especialmente as crianças — além de afetar os pulmões, ela pode causar danos neurológicos. O aperfeiçoamento no diagnóstico não explica sozinho a ascensão do problema.

Leia mais: O fantástico (e misterioso) mundo da imunidade

Segundo Carolina Lázari, infectologista do Fleury Medicina e Saúde, em São Paulo, outro fator envolvido nessa história é o tipo de vacina usado hoje. É que, para ela ser totalmente eficaz, o indivíduo precisa ser exposto à bactéria no dia a dia – e, como a doença deu uma trégua, isso ficou mais incomum. Ainda assim, a imunização continua crucial. Inclusive entre os pais que tomaram as doses lá atrás.

A vacina não protege para sempre. Se os adultos não receberem o reforço, chegam a contaminar os bebês que ainda não passaram pelas primeiras etapas da vacinação

Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações.
 
Estranha no ninho
 
O trajeto da bactéria e a baderna que ela causa nos mais novinhos
 
O contágio
O micróbio é transmitido por alguém infectado via espirro, tosse ou até conversa próxima.

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A morada
A bactéria da coqueluche se aloja principalmente na traqueia e nos pulmões.

A encrenca
Os principais sintomas são acessos de tosse e chiado no peito. Se os brônquios entopem, surgem dificuldades para respirar.

A principal orientação é que as gestantes se vacinem para proteger também o bebê

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