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Perseguição obsessiva: os efeitos do stalking

No universo da ficção ou no plano da realidade, o problema nunca esteve tão em voga. Indicadores revelam aumento dos casos

Por Lucas Rocha
5 fev 2025, 12h15
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Prática de stalking é considerada crime no Brasil (Foto: Ed Reschke/Getty Images - Ilustração: Estúdio Tigre/Veja Saúde)
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“Every breath you take. And every move you make. Every bond you break. Every step you take. I’ll be watching you.”

A canção da banda de rock britânica The Police sintetiza o stalking: alguém estará de olho em você a cada passo dado.

Das telas às páginas policiais, a perseguição do outro que atinge status patológico nunca esteve tão em evidência.

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Clique para ampliar (Quadro: Editoria de Arte/Veja Saúde)

+ Leia também: Nas tramas da esquizofrenia: a visão de uma escritora com esse diagnóstico

O salto veio com a série Bebê Rena, da Netflix, que retrata a história de um comediante “caçado” por uma mulher. Baseada numa história real, a trama virou um hit mundial.

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E tem muito a dizer sobre a realidade, como mostram dois episódios recentes no Brasil.

Um deles envolve a atriz Débora Falabella, vítima há mais de dez anos. O outro foi denunciado por um médico, de Minas Gerais, que chegou a registrar mais de 40 boletins de ocorrência.

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Clique para ampliar (Quadro: Editoria de Arte/Veja Saúde)
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O Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2024 revela crescimento do stalking. As notificações, que consideram apenas perseguições a mulheres, saltaram de 56 mil, em 2022, para mais de 77 mil, em 2023.

“Considerado crime no país desde 2021, o stalking pode levar à pena de reclusão de seis meses a dois anos e multa”, resume o advogado Rhuan Batista, especialista em direito civil e digital. E o fenômeno se tornou mais comum nos últimos anos, na esteira de uma vida cada vez mais exposta nas redes sociais.

“A pessoa que pratica pode ter algum quadro psiquiátrico, como transtorno de personalidade, ou o caso é decorrente de rejeição, amor platônico ou dificuldade de aceitar o fim de um relacionamento”, detalha Antônio Geraldo, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

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Clique para ampliar (Quadro: Editoria de Arte/Veja Saúde)

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