Conexão: você se considera uma pessoa espiritualizada?
Perguntamos aos nossos leitores como eles enxergam essa dimensão da vida, independentemente de religiões específicas

Mais de 80% dos nossos leitores declaram exercer sua espiritualidade, revela a enquete do mês, inspirada na reportagem Entre a Fé e a Ciência, capa da última edição de 2024 de VEJA SAÚDE.
Os dados condizem com pesquisas sobre o assunto. Segundo o relatório Global Religion 2023, 89% dos brasileiros declaram acreditar em Deus ou em um poder maior, e 76% seguem algum tipo de religião, a maioria cristã.
Cada vez mais as pesquisas mostram que ter algum tipo de fé pode fazer bem à saúde. As vantagens aparecem em diversos aspectos, não só no bem-estar mental alimentado pelo senso de propósito, mas em ganhos físicos, como na redução de risco de infartos e AVCs. Até na recuperação de doenças as crenças podem ajudar.
Não à toa, a ciência tem se dedicado a estudar a conexão entre espiritualidade e saúde. E hospitais e sociedades médicas já incluem o tema em diretrizes e protocolos de atendimento.

Palavra do leitor
Tema de extrema relevância e que precisa ser amplamente discutido no meio científico. Parabéns pela matéria de capa!
Diandro Mota, via Instagram, sobre a reportagem Entre a Fé e a Ciência (ed. 510)
Convivo com meu pai e meu sogro, que estão superbem aos 88 anos de idade! Ambos conectados com Deus durante toda a vida. Exemplo para mim!
Yeda Carvalho, via Instagram, sobre a mesma reportagem
Espiritualidade é a essência da vida. A realidade de tudo que existe.
Júnior Ribeiro, via Instagram, sobre a mesma reportagem
Concordo! Parte essencial a ser cuidada.
Vanessa de Santis, via Instagram, sobre a mesma reportagem
Pelo visto, acertamos na mosca ao trazer o tema da espiritualidade à nossa capa. Obrigado pelos comentários!
Amo esta revista! Sou assinante há 38 anos. Todo mês espero ansiosa pela edição.
Olindina Lima, via Instagram
Portal traz orientações para se cuidar melhor no verão

Não tem jeito: o verão é uma das estações favoritas dos brasileiros.
Mas os dias quentes, sinônimo de praia, piscina e férias, também podem esconder riscos à saúde. O principal deles é a exposição intensa ao sol. O astro-rei é capaz de melhorar o bem-estar, mas também eleva o risco de câncer de pele e de envelhecimento precoce.
Aqui no site de VEJA SAÚDE, você encontra uma série de conteúdos ensinando a usar o produto corretamente, incluindo a quantidade certa, a escolha do melhor filtro solar e dicas para resguardar as crianças, que têm a pele mais sensível.
Também publicamos matérias sobre encrencas típicas do verão, como a intoxicação alimentar, fruto da má higienização ou conservação das comidas vendidas na rua ou na praia, insolação e desidratação.
Ah, vale dizer que janeiro também é época de aumento de casos de dengue, doença que preocupa cada vez mais os brasileiros. Já tem vacina disponível, sabia?
Vírus por toda a parte
O virologista Paulo Brandão, da Universidade de São Paulo (USP), chegou ao time de colunistas de VEJA SAÚDE para nos ajudar a navegar pela pandemia de covid-19. Especialista em coronavírus, ele nos deu uma série de bons insights a respeito, mas não só.
Raiva, influenza e outros patógenos já passaram pelo seu espaço, a coluna Virosfera. Com a marca de 50 textos, uma lição fica clara: o mundo é dos vírus! Cabe a nós aprender a conviver com eles.