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Alopecia androgenética: saiba mais sobre a condição que afeta Xuxa

O afinamento capilar que leva à perda dos fios pode surgir em homens e mulheres de qualquer idade

Por Lucas Rocha
4 fev 2025, 12h17
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Xuxa revelou conviver com alopecia androgenética (Foto: Blad Meneghel/Instagram/Reprodução)
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Conhecida popularmente como calvície, a alopecia androgenética afeta homens e mulheres. Mais comum entre o público masculino, o afinamento capilar com base na genética pode surgir em qualquer idade.

A apresentadora Xuxa Meneghel afirmou em entrevista ao programa “Casa de Verão”, comandado por Eliana no canal GNT, que convive com a condição.

“Minha mãe ficou careca, eu tenho as entradas, tenho pouco cabelo, sou bem carequinha. Minha vontade é realmente de passar máquina zero, mas acho que as pessoas vão ficar assustadas”, disse Xuxa. “Eu queria parar com esse negócio, porque eu tomo remédio para não cair, não vai ter jeito eu vou ficar carequinha.”

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A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) esclarece que apesar do nome técnico do problema conter o termo “andro”, não há relação a níveis elevados no sangue de hormônios masculinos.

“A maioria dos exames são normais, pedimos para descartar doenças ou outras causas. A alopecia androgenética ocorre pela avidez daquele fio ao hormônio, isto é, há uma tendência genética que faz com que o hormônio atue naquele fio e afine ele ao longo dos anos”, explica a coordenadora do Departamento de Cabelos da SBD, Dra. Violeta Tortelly, em nota.

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Em geral, a alopecia é menos visível nas mulheres. Contudo, tende a provocar impactos para a saúde mental e emocional.

“Na mulher a alopecia androgenética pode estar relacionada a outros sinais também ligados à hormônios como acne, irregularidade menstrual, excesso de pelos e sobrepeso. Acima de 50 anos, em média 50% das mulheres vão ter algum grau de androgenética pela mudança hormonal pós-menopausa”, pontua Tortelly.

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Vale destacar que nem toda queda de cabelo tem associação com a alopecia androgenética. Por isso, é essencial que o diagnóstico seja realizado por um médico dermatologista.

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A identificação precoce contribui para evitar a progressão rápida da queda dos fios. O tratamento busca paralisar esse processo e, se possível, recuperar parte do conjunto capilar perdido.

Com a evolução da medicina, indivíduos que passam por terapias sem sucesso podem ter uma nova oportunidade diante de novas alternativas de cuidado.

De acordo com a SBD, a medicação oral continua sendo a primeira linha de tratamento para a alopecia androgenética, sendo considerada mais segura e eficaz a longo prazo. Já os tratamentos injetáveis, que são utilizados em casos muito específicos e em situações mais avançadas, têm uma resposta menor e são mais caros.

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“Os pacientes devem seguir a orientação médica e iniciar o tratamento assim que os primeiros sinais de queda forem percebidos. Em casos mais avançados, quando a queda de cabelo já é extensa e o tratamento não é mais eficaz, e o transplante capilar pode ser uma solução estética, proporcionando a recuperação da densidade capilar e melhorando a aparência do couro cabeludo”, diz a médica.

Por ser de origem genética, a doença não pode ser completamente evitada. No entanto, existem fatores que podem agravar o quadro, como a menopausa nas mulheres e o uso de suplementação de hormônios masculinos, que podem acelerar a perda capilar.

Os cuidados com a saúde dos fios, como a escolha de produtos adequados e a adoção de hábitos de vida saudáveis, podem contribuir para minimizar o impacto da condição.

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