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Fungos podem ser termômetro da qualidade do ar

Pesquisa brasileira aponta relação entre os micro-organismos dispersos na atmosfera e os níveis de poluentes

Por Chloé Pinheiro Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
22 ago 2024, 07h45 •
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Campo inovador de estudos busca entender a relação entre os bioaerossóis e a dispersão de poluentes (Foto: Floriana/Getty Images/Veja Saúde)
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  • A pesquisadora Dulcilena de Matos Castro e Silva, do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, é didática ao explicar seu ramo de atuação: “Eu cuido de um mundo invisível”.

    A partir do seu trabalho como micologista (especialista em fungos), ela se interessou em saber como eles se propagam pelo ar. E conheceu um novo universo: o dos bioaerossóis, micro-organismos minúsculos, levíssimos, que circulam por aí.

    Um novo estudo de sua autoria avaliou a concentração de fungos e bactérias dispersas em um centro urbano e em uma zona rural. E descobriu que os fungos são especialmente sensíveis à poluição. “Isso significa que eles podem ser usados como indicadores da qualidade do ar”, conta Dulcilena.

    O achado tem outras implicações para a saúde humana. “Todo micro-organismo pode ser patogênico, e ambientes desequilibrados não raro favorecem o aumento da concentração de algum tipo por trás de problemas”.

    Iniciativa monitora poluição do ar no país

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    (Editoria de arte VEJA SAÚDE/Veja Saúde)
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    O governo federal lançou o Painel Vigiar, plataforma que analisa os níveis de poluentes atmosféricos no Brasil, bem como seus efeitos na saúde pública.

    O portal traz métricas focadas no material particulado fino (MP2,5), partículas tóxicas muito pequenas, oriundas de incêndios florestais e de atividades industriais. E as cruza com parâmetros estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o impacto no corpo.

    O MP2,5 pode se acumular nos pulmões e atingir outros órgãos, elevando o risco de doenças como câncer e males cardiovasculares. O surpreendente é que a Região Norte, onde está a Amazônia, o dito “pulmão do mundo”, é a área com pior qualidade do ar registrada em 2023.

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    + Leia tambémImpurezas no ar: como a poluição doméstica e a ambiental afetam a saúde

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