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Dicionário do câncer: o que é regressão, remissão, seguimento e cura

Os termos que fazem parte do tratamento da doença podem despertar uma série de dúvidas nos pacientes. Especialista contextualiza os principais

Por Ramon Andrade de Mello, oncologista*
20 jan 2025, 10h30
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Nem sempre os termos oncológicos são de fácil entendimento para os pacientes (Foto: jcomp/Freepik/Divulgação)
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O câncer não é o fim da linha. Apesar do forte estigma que essa palavra carrega, ainda há boas notícias após o diagnóstico e tratamento da doença. No entanto, existem etapas até que possamos falar em ‘cura’ – a notícia que todo oncologista quer dar.

Nem sempre os termos oncológicos são de fácil entendimento. Muitos pacientes ficam em dúvida sobre conceitos como regressão, remissão, seguimento e cura.

No contexto de tratamentos delicados que mexem com a saúde mental e o emocional do indivíduo, é importante ficar claro o que cada expressão significa.

+ Leia também: Novo tratamento reduz risco de morte por câncer de endométrio avançado

O conceito de regressão tem relação direta com o tamanho do tumor. Então, quando há a diminuição dele ou da extensão da doença no corpo, falamos em regressão. Isso ocorre, na maioria das vezes, pelo tratamento. Há casos raríssimos de regressão espontânea com desaparecimento completo ou parcial de um tumor maligno.

O seguimento oncológico é o acompanhamento médico regular que um paciente deve fazer após o tratamento. O objetivo é detectar a possibilidade de recidiva, que é o retorno da doença, ou o aparecimento de novos problemas. Essas consultas regulares acontecem independentemente dos sintomas. Pode incluir a realização de exames físicos, análises laboratoriais e de imagem.

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A remissão é o primeiro estágio da boa-nova. Ela pode ser parcial ou completa, temporária ou permanente. Isso significa que os sinais e sintomas estão reduzidos ou ausentes.

A remissão parcial tem muita relação com a regressão do agravo, ou seja, ela é a diminuição do tamanho de um tumor ou da extensão da doença no corpo, em resposta ao tratamento, o que diminui também os sintomas.

Já a remissão completa é o desaparecimento de todos os sinais da doença em resposta ao enfrentamento terapêutico do problema. Isso nem sempre quer dizer que a pessoa foi curada, mas é uma boa notícia.

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E, finalmente o termo mais esperado: a cura. Permanecer em remissão completa por cinco anos ou mais, normalmente, significa que o indivíduo está curado.

Mesmo assim, algumas células cancerosas podem permanecer no corpo, por isso o acompanhamento médico é importante.

Para pensarmos em cura para o câncer, o diagnóstico precoce é fundamental. Esse desfecho positivo também está atrelado ao tipo de tumor, de forma que alguns são mais agressivos e com chances mais elevadas de espalhamento para outras partes do corpo do que outros.

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E existem alguns tumores que têm altas taxas de cura, até mesmo quando diagnosticados em fases avançadas.

Apesar das incertezas que cercam as pessoas em terapia, em muitos casos, é possível chegar até as boas notícias. E, por fim, é importante entender que, para a cura, é fundamental seguir o protocolo médico desenvolvido pelo especialista.

*Ramon Andrade de Mello é médico oncologista e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia.

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