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Cantar para turbinar a memória

Entoar as músicas preferidas faz bem para a saúde dos neurônios de pessoas mais velhas

Por André Biernath
25 abr 2016, 10h40 • Atualizado em 28 out 2016, 01h04
Ana Clara Cossermelli
Ana Clara Cossermelli (/)
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  • Soltar a voz é uma maneira eficaz de aprimorar a função cerebral de pessoas com demência. Essa foi a conclusão de um trabalho da Universidade de Helsinki, na Finlândia. Os cientistas dividiram 89 pessoas com Alzheimer em dois grupos: o primeiro participou de um treinamento musical por dez semanas, enquanto a segunda turma só seguiu com suas tarefas habituais. “Nós escolhemos canções familiares, que eram emocionalmente relevantes para eles”, descreve o psicólogo Teppo Särkämö, que assina o experimento. Após as aulas, aqueles que cantaram exibiram melhoras significativas na memória, no raciocínio e na habilidade de se localizar. “A música ativa uma variedade enorme de regiões cerebrais, o que ajuda a protegê-las do processo degenerativo típico dessa doença”, completa.

    Leia mais: Uma semente de esperança contra o Alzheimer

    O documentário Alive Inside, dirigido pelo americano Michael Rossato-Bennett, mostra como a música pode ser uma aliada importante no tratamento de doenças neurodegenerativas. O filme foi vencedor do Festival Sundance de 2014. No trecho abaixo (em inglês), você confere como Henry, um senhor diagnosticado com demência, se transforma ao escutar suas canções prediletas:

     

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