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Intoxicação por refrigerante em SC: o que já se sabe do caso

Doze pessoas começaram a apresentar sintomas logo após consumir bebida possivelmente adulterada. Investigações tentam determinar o tipo de contaminante

Por Maurício Brum
28 out 2025, 18h58 • Atualizado em 28 out 2025, 18h59
intoxicacao-refrigerante
Ainda não se sabe qual substância pode ter sido misturada à bebida (K8/Unsplash)
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  • Autoridades de Santa Catarina estão investigando um caso de intoxicação registrado em Santa Cecília, município a cerca de 330 km da capital Florianópolis. Doze pessoas que trabalham em uma mesma unidade de pronto-atendimento (UPA) da cidade passaram mal após beber refrigerante no último dia 21 de outubro.

    Em um primeiro momento, o Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Santa Catarina (CIATox) descartou a presença de algumas substâncias (como heroína, metanfetamina e cocaína) na bebida, mas avaliações mais aprofundadas seguem sendo realizadas para outros possíveis contaminantes.

    O caso segue em análise, agora com amostras de sangue e urina das vítimas, que já receberam alta.

    O que se sabe sobre o caso

    No último dia 21 de outubro, doze funcionários de uma UPA na cidade catarinense de Santa Cecília começaram a sentir tontura, sonolência, inchaço abdominal, náusea e lapsos de memória após um café da tarde no local de trabalho. Os sintomas teriam ocorrido de forma praticamente simultânea, o que rendeu a suspeita de estarem relacionados ao que foi consumido no lanche.

    +Leia também: Intoxicação exógena: sintomas, primeiros socorros e possíveis tratamentos

    Segundo os relatos, todos consumiram refrigerante de uma garrafa de dois litros levada ao local pela tia de um funcionário que havia sido afastado após acusações de importunação sexual contra colegas. A tia e o sobrinho foram presos no dia 23, por suspeita de ter adulterado a bebida de alguma forma.

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    Todos os afetados seguem sob acompanhamento médico, mas aqueles que precisaram ser internados já haviam recebido alta no último sábado (25).

    O que falta esclarecer

    Até a última atualização desse texto, não havia confirmação oficial se a adulteração do refrigerante efetivamente havia ocorrido, se os suspeitos realmente foram responsáveis por ela, e nem qual substância pode ter sido utilizada para provocar os sintomas súbitos e simultâneos em quem consumiu a bebida.

    Amostras do refrigerante, do sangue e da urina das vítimas seguem sendo analisadas em laboratórios de Santa Catarina e São Paulo.

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